fui a berlim em setembro

foi mais um passar por lá a correr para fotografar quase tudo que ficou lá perdido da última vez. mas enquanto recuperava forças algures num triângulo de relva encontrei uma declaração de amor que só pode sert para ti, rita maria.

estás desafiada a ver isto in loco antes de trocares de morada.

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ich liebe berlin #5

que mais de berlim? estava em casa. volto a dizer que não fosse essa questão do alemão e ponderava. ainda pondero.

10 da manhã e novamente na alexandreplatz. desistir de ir a pé desde casa porque acordar foi duro. dúvida? lutar com a máquina em alemão ou simplesmente entrar no metro porque aparentemente ninguém controla nada?

o karma fez-me pagar a decisão de ser puro sangue lusitano. regras? existem para serem moldadas á nossa conveniência. só paguei mesmo o bilhete de e para o aeroporto. e o para poderia ter sido dispensado já que, novamente, ninguém se apresentou para controlar o quer que seja e a entrada no metro/comboios é á patrão. cancelas? não estamos familiarizados com o conceito.

ir ao supermercado comprar lenços de papel para crianças com ursos pois claro. onde é que estás? torre da televisão..ahh. bom dia e pronta para andar? humm sim.

caminhar por avenidas imensas acompanhada por um arquitecto (boa!) e aprender mais umas coisas sobre berlim que o olhar do joão não está treinado para reparar.

estes prédios não parecem habitações sociais? a construção deles passou por uma fase assim. mas se vires estes aqui ao lado já são mais interessantes, imponentes, mas a construção pfff ordinária.

ahh os soviéticos. temos que os amar. passeio pelas ruas e foto disto e daquele detalhe ali. e a vida em berlim? que tal? comparações entre as ocupações berlinenses e as londrinas e as rendas absurdas na ilha. ponderações sobre movimentações pós queda do muro e as taxas de juro e um passeio em modo domingueiro até á east side galery.

arte efémera por todo o lado e mais fotos. e continuar a andar que é tempo de explorar kreuzberg. bairro turco por exclência dizem. almoçar num restaurante pequenino mas com comida boa. há tanto turco em londres mas as coisas não sabem tão bem e eu não entendo bem porque. lojinhas de coisas vintage a preços aceitáveis e nada de inflação por ser moda. percorrer e andar perdido pelo bairro, entrar num cemitério digno de um conto de poe. adoro cemitérios e aquele encheu-me as medidas. com lápides partidas, musgo por todo o lado, ar abandonado a mausoléus em que só faltava uns ossos perdidos. não faço ideia de onde foi.

introduzir fotos mesmo boas de lápides um bocado assustadoras.

a noite, fim de tarde, a cair e é tempo de caminhar em direção ao museu judaíco. o único em que entrei. e passei lá o fim da tarde de tal forma embrenhada que me esqueci que queria ir á ópera. quando saí já há muito que esta tinha começado. tempo de regressar a casa que já tinha umas boas 10 horas a andar. metro abençoado que naquela altura já não estava virada para andar muito mais.

e dormir, dormir, dormir. o frio fez das suas e haviam sinais de uma constipação. ora bolas. ora, bolas, a rita maria está nos estados unidos. e eu que queria conhecer a ginger, a bicicleta mais hip da blogosfera. preguiça de sair de casa com o frio que está. sms do joão ‘vai ver o jardim zoológico ou um campo de concentração’. adorei. a descontração destas hipóteses só mesmo em berlim. nem uma nem outra. vou antes ver a kaiser-wilhelm-gedächtniskirche. e passo pelo tiegarten.

mais um passeio de metro que o corpo já está para lá de cansado e a igreja está coberta de andaimes e começa a chover. não me apetece mais. que se lixe, vou ás compras. afinal hoje á noite tenho uma festa de aniversário de uma pessoa que nem conheço e estou com ar demasiado mochileiro.

aquecer dentro das lojas e fazer retail therapy. que se lixe. chamada do trabalho que vai para o voice mail. ‘it has come to my attention that you are supposed to start in the new department next monday. as far as i am aware please meet us at crown court at 9am and someone will walk you through’. raios parta os ingleses e o seu excesso de polidez social e um departamento de hr que nunca sabe de nada. é que estou mesmo a ver que o meu nome deve estar mal escrito, outra vez. até porque ela me chamou de cristina. bloody hell.

roupinha nova e um ar cool que não se aguenta. nova colecção + saldos de criança e camadinhas que eu não estou para ter mais frio.

hey hey. onde é que eu estou? é pá, eu juro que não queria andar ás compras mas é difícil. estava a chover a igreja destruída está coberta de andaimes. e sabias que perto de tua casa há uma loja de coisas em segunda mão com coisas espectaculares? hu? eu? se comprei alguma coisa? ahumm bem, é pá. a mala custava 4€ e o lenço 1€. mais forte que eu. eu? sim, vou ter contigo. metro? que linha é? ok.

parar para comprar álcool avulso e jägermeister. casa do aniversariante. e pagas quanto pelo quarto? 200 euros? sério. eu tenho que me mudar. estava de volta a kreuzberg. ir jantar a um sítio aprovado pelo kyle, americano, logo com hamburgers massivos. em casa do harm, alemão, aniversariente, fazer demasiadas misturas para quem não comeu. incluindo um licor da transilvânia. beber para fazer tempo e ir até a um club algures. a anna juntou-se e ainda bem que isto de ser a única gaja nunca corre bem. música porreira e mais álcool, muito e um brinde joão, á nossa.

can we take a picture of your sneakers? sure! é pá, finalmente tornei-me alvo das objectivas da street fashion. sneaker freakers. pronto, é porque tenho uns ténis mesmo fixes. mal sabia eu que seriam as únicas fotos que ira ter de mim em berlim. que não tenho. sigh.

party till the sun rises. e o alemão é mesmo giro e eu não presto e que mania de fazer colecções. ainda bem que sabia onde é que o joão morava.

almoço? último dia em berlim e finalmente o bunny não estava a trabalhar. sábado e ás 9pm enfio-me novamente no avião para voltar á ilha. ó joão, não quero. adoro berlim. estou apaixonada de uma forma descontrolada. que porcaria de profissão que eu fui escolher. podes sempre voltar. volta no verão e vamos beber para as esplanadas. nessa altura é de dia até ás 10. não admira que adores isto.

um café simpático com vista para para uma igreja e montes de neve perdida. relaxar e conversar sem ser de forma noctívaga. chegaste a ver o tacheles? não. então vamos lá. ver o meu primeiro pôr do sol num céu limpo em muitos meses. ás vezes não te faz falta isto? sim. mas só ás vezes.

edifícios ocupados com ar de que vão ruir daqui a nada. e o cheiro. longe de mim, mas podiam, sei lá, perder este ar de que vais apanhar 4 doenças só de aqui entrar. digo eu. mas coisas muito boas lá dentro. e pena de não ter paredes brancas onde pendurar coisas. que se não tinham vindo comigo.

a noite já está a voltar e olhar o relógio. sim, ir a casa fazer a mochila. merda, a minha máquina. deve ter ficado em casa do harm. não ficou, veio-se a saber. merda, merda, merda. metro, correr e apanhar a ligação para o aeroporto. não me sei despedir das pessoas.

pela primeira vez na minha vida um pat down completo por uma senhora com ar de poucos amigos. água, preciso de água. e um saco do duty free que já não cabe mais nada na minha mochila. humm chocolates e está a andar. avião, autocarro, metro e andar 10 minutos até casa.

Scheiße, verließ ich mein Herz in Berlin.

ich liebe berlin #4

chegar a casa do joão e perceber que eu pago o mesmo por um quarto ordinário que ele paga por um apartamento novo e equipado numa zona porreira. escolhi muito mal a cidade, a profissão e a língua. sigh.

sair para jantar turco, pois claro, e beber uma cerveja na zona. meio litro de cerveja e eu nem gosto muito. ah mas espera lá que esta é doce. humm. meter conversa em dia. ver um tipo louco e passar-se dentro do bar e fumar um cigarro que já lá vai algum tempo.

relaxar e jogar conversa fora. a cidade recebeu-me bem e não fosse esta mania de falarem alemão e mudava-me já.

e depois de quase dois dias acordada e quantidades absurdas de álcool o dia seguinte foi de meter sono em dia a sair de casa ás 5 da tarde. que é como quem diz noite.

tirar as fotos que ficaram por tirar no dia anterior.

o plano era bom. descer e ir a pé por um caminho diferente. olha-me a loja da onitsuka tiger em saldos. oh mein führer. as minhas meninas. aqui. putas. caras. com sorte os empregados, giros por sinal, não falam inglês e nada feito. ohhh sorte madrasta, não só fala, como é simpático, até sabe disso dos números americanos e coiso. o meu número. e ohhhh que são tão confortáveis. arranca etiquetas. sim, levo-os já calçados. damn.

caminhar sobre nuvens e eh pá adoro berlim. esta gente é mesmo porreira. deixam as bicicletas encostadas ás paredes e com o cadeado entre a roda e a frame. é que eram 2 minutos em londres. que se for preciso até arrancam os cadeados com os dentes.

manifestação nas brandenburg tor e mais umas fotos para o ábum.

sim, espero por ti aqui. jantar a mítica currywurst e mais umas cervejas, muitas cervejas, que estou com um apreciador e aquela bebe-se mesmo bem. passeio entre bares e gente gira de quando a quando. e bares com ar soviético que são adoráveis.as miúdas em berlim são giras. os tipos nem por isso.

e as noites foram assim. ainda bem que não ressaco. e amanhã combinei com o antónio ir andar mais um bocado.

quem é que me mandou combinar ás 10 da manhã? estava louca.

ich liebe berlin #3

depois do almoço explorar mais a fridrichstrasse e passar pela loja da tashen só porque é linda e a loja da mini! amor. olha o mini pendurado na parede.

introduzir foto do mini pendurado na parede.

ora deixa lá ver se eles têm o porta chaves. sim!! olha lá, mas estás aqui para fazer turismo ou andar as compras de coisas parvas? hum… e não posso fazer as duas?

rua abaixo e estou a andar em direcção ao checkpoint charlie. já estou a sair do percurso recomendado. pff e desde quando é que eu faço o que é suposto?

ah e é isto? ok. fotos. e olha ali um bocado do muro. souvenirs? berliner bär para mim, óbvio, e dois trabbi. um azul e um táxi para os sobrinhos. o tiago vai-se passar a tentar descobrir a marca. já eras uma tia menos sádica. what? é um hipótese de lhe explicar umas coisas sobre geografia e história europeia.

fotos aos trabbi lá perto. mais uns detalhes da zona e muita informação sobre história em qualquer parede. berlim não se quer esquecer.

topographie des terrors é o próximo destino.

introduzir foto de detalhe de um buraco no muro.

visitas guiadas em alemão. manter-me perto e ouvir a língua por curiosidade. sentar-me nos bancos e pensar na quantidade de gente que passou por aqui para morrer. de todos os que estavam lá dentro.

o dia está frio e já escurece. caem uns pingos de chuva e ali em baixo era onde torturavam as pessoas. a cidade á volta está quieta.

voltar a caminhar e sentir as horas no corpo e o cansaço. subir em direcção á postdamer platz e perder-me um pouco. cansaço a mais para o quer que seja fazer sentido.

mais muro, mais horror, mais morte. olhar á volta e as pessoas calmas e relaxadas. é preciso ser assim, sem dúvida. o sony center e uma escultura de legos. ohh foto claro. e os boxers do haring.

escurece rápido e ainda são só 4 da tarde. encontrar o caminho e holocaustmahnmal. perder-me um pouco lá dentro.

introduzir foto de árvore despida e lua de fundo.

polícia com metralhadora no meio da rua. o urso da embaixada americana é uma estátua da liberdade. e as pilhas da máquina morreram.

brandenburg tor e reichstag. fechado e patrulhado por polícias com metralhadoras.

dar a volta e olhar a perder vista uma praça desolada ainda mais na escuridão. perguntar a um polícia o porque de estar tudo vedado.

terror!!

ameaças terroristas. porreiro pá. ou seja não vou poder visitar. dar a volta e esquecer o voltar para trás. bem, não estou longe da zona onde trabalha o joão. deixa lá ver.

e ali fica o charité universitätskliniken. soviético. o diogo vai adorar. ainda bem que é tudo a walking distance que assim volto para tirar fotos a tudo.

ainda é tão cedo. se calhar vou-me perder por estas ruas pequenas e andar até casa do joão. afinal não é de todo longe.

ruas pequenas, berliners descontraídos nas suas bicicletas e sem estarem cobertos de casacos reflectores. caminhar muito e descobrir lojinhas nas caves com uma mesa e cadeiras á porta a convidar um verão de esplanada que ainda está para chegar.

lojinhas minimalistas de cara lavada. uma pausa agradável em relação ao excesso de uma cidade sem cuidado estético que é londres.

perceber que as bicletas têm o seu espaço nos passeios. a red brick road é deles. não admira que eles andem sem estarem cobertos de material reflector e com ar de quem gosta daquilo e nada é uma competição pela vida.

levar o meu tempo num fim de tarde que já é noite a percorrer o caminho que separou o reichstag de senefelderplatz.

nem sei para que é que comprei o bilhete de dia. andei sempre a pé. sentar-me na estação de metro e ver as pessoas a entrarem e saírem do metro sem pressas.

e deixarem as bicicletas no descanso enquanto vão ao supermercado. e miúdos com os pais a aproveitarem o balanço da descida.

onde é que estás? em frente ao parque. fácil de me ver. o casaco é branco.

abraço meu doce. 3 anos é muito tempo. berlim fez-te bem.

ich liebe berlin #2

alexanderplatz…tinha passado a noite a ler coisas no guia para seleccionar coisas a ver. questões hisóricas aparte a praça é massiva e senti-me francamente desorientada. lojas e mais lojas ocidentais e piscar o olho á história e sorrir.

introduzir foto da escultura com um globo e com as coordenadas ou que é  de lisboa, londres e reikjavik.

porra, ando sempre na mesma zona. tenho que mudar de merediano.

dar duas voltas á praça a tentar encontrar o nome de uma rua. desorientada como tudo e já dizia mal entredentes dos alemães. procurar nas esquinas? e nada. por fim, apercebi-me dos postes com os nomes das ruas. ahhh, abençoadas culturas a roçar no nórdico! ora bem, ahh aqui estou eu.

danke. yes i know were i am. ah pá senhor simpático com uma roda de bicicleta debaixo do braço que me viu a lutar com o mapa durante uns segundos.

olha, se andar nesta direcção vou fazer o percurso unter den linden. boa. o guia diz que preciso de um dia para isso. vamos lá.

avenidas rasgadas a espaços abertos, menos carros que esperava, tempo cinzento e frio que dói.

berliner dom, museus á beirinha do spree e placas de gelo a flutuarem.

introduzir foto do gelo no rio.

introduzir fotos de 300 detalhes imponentes dos edifícios.

introduzir foto de fachada de igreja com marcas de balas.

a cidade é simpática parece-me. e as pessoas…tão calmas. humm não buzinam. é quase silencioso.

pfff não acredito. tenda da semana da moda de berlim. sempre a mesma coisa. quando viajo para as cidades é sempre durante ou próximo da semana da moda. oh well, snap snap á tenda.

humboldt universität?! ahh a feirinha dos livros usados. bolas, é tudo em alemão. ohhh goethe numa edicção tão fofa. e barata e eu com uma mochila e não precisas disso sophia. juízo que vais ter que carregar com tudo. oh mas, conciência, é tão bonito o livro. *olhar do gato das botas* pá, tu nem sabes ler alemão. ok ok. pronto. eu não compro. sacana! deves ter muitos amigos…

introduzir fotos dos livros que me estavam a fazer olhinhos.

horas? mais uma. quase meio dia, já se aceita almoçar. guia lindo, onde devo eu almoçar? os food halls das galerias lafayette? boa ideia. estou com frio como tudo e se calhar já me sentava um bocado. virar á esquerda para a friedrichstrasse e espreitar lá ao fundo e ver as brandenburg tor. rua das lojas de luxo. não resistir aos saldos das galeiras (abençoados euros e a cidade é baratinha). casa de banho com pratinho de gorjetas? hum mas mas…

procurar um senhor com placa com a bandeira de inglaterra que a de portugal era uma sorte do caraças e pedir comida. a última vez que comi tinha sido um late latté no aeroporto. meio frango estupendo e comi que me fartei.

introduzir foto do frango, do pão e da mesinha simpática.

alemães da upper class ao meu lado a almoçarem com um ar de desdém. ahh pessoas ricas, iguais em todo o lado.

ich liebe berlin

já lá vai algum tempo desde que cheguei de berlim. ainda me debato com o facto da cidade me ter ficado com a máquina fotográfica e isso foi o que me arredou das considerações da mesma.

mas hoje é dia de meter ordem nesta casa. porque berlim? por mais nenhuma razão para além da que me levou lá antes de ir a outros sítios que estão na lista ‘a conhecer’. visitar um amigo do coração que não via desde que foi para berlim.

mal soube que tinha uma semana sem nada que fazer a primeira coisa que fiz foi ver preços de voos, escolher os mais baratos e perguntar ao joão se estava em berlim e se me podia fazer de convidada. sim e sim e lá fui eu.

comprei um guia porque preciso de mapas e, bem, as pessoas lá falam alemão e eu não. e ler ainda consigo. mochila feita que eu viajo com pouca coisa.

a aproximação a schönefeld deu-me a vista priveligiada de lagos gelados e de uma mina a céu aberto. frio, frio e frio. afinal não vai ser em londres que vou aprender o que isso é.

e dei por mim a imaginar patinar em lagos gelados… aterrar e seguir placas. ausfahrt é saída e felizmente que uns senhores fofinhos me ajudaram a comprar o bilhete do comboio suburbano para ir para alexandreplatz. bilhete de um dia. sei lá se a cidade é grande, deve dar jeito.

comboio cinzento e deprimente, vista cinzenta. tudo demasiado soviético (passei o meu tempo a adjectivar as coisas cinzentas, despidas de excessos e acima de tudo com ar depressivo como soviéticas).

berlim não estava  desiludir, de todo. as expectativas eram essas mesmas.

introduzir fotos do interior do comboio

a senhora que pica os bilhetes pergunta se não tinha validado o bilhete. eu que me tinha apercebido já depois de estar dentro do comboio que as pessoas pareciam faze-lo num máquina á saída das escadas mas que aparte do civismo nada mais as obrigava a faze-lo. não havia qualquer tipo de vedação, de cancela. estranho, pensei eu, vivo na terra da cctv em que tudo é controlado ao excesso e esta gente aqui… estranho…

contra as expectativas cheguei a alexandreplatz antes das 11 da manhã. liguei ao joão que estava a trabalhar.

já cá estás? bem, willkommen!!

sim, cá estou eu. em alexandreplatz, berlim e tenho 8 horas até me encontrar com o joão.

tirar o guia da mochila e  abenteuer.